"Arrume uma cabana para morar no mato não muito longe da cidade, gaste pouco para viver, enlouqueça em um bar de vez em quando, escreva e caminhe pelas montanhas e aprenda a serrar tábuas e converse com velhinhas, seu grande tolo, carregue muita madeira para elas, bata palma em altares, consiga favores sobrenaturais, faça aula de arranjos florais e plante crisântemos ao lado da porta, e se case pelamordedeus, arrume uma moça humana gentil, inteligente e sensível que não liga para os martinis toda noite nem para todo aquele maquinário branco na cozinha."
(Os vagabundos iluminados - Jack Kerouac, p. 107)
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